quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Riscos do espontaneísmo

Li recentemente notícia sobre os conflitos armados dentro da Líbia, onde diversas facções (milícias) disputam territórios e tentam construir seus feudos à bala.

Vemos do Egito o descontentamento popular com os substitutos do ditador deposto e manifestações contra o governo de transição.

O espontaneísmo de “marchas contra corrupção” e manifestações até bem intencionadas, não podem se inclinar para o vazio. Dizer que algo está errado, somente, não resolve o problema. Precisamos de saídas e soluções.

Se estou descontente com uma liderança, que outra melhor tenho para apresentar???? Deixar o espaço vazio é perigoso!

Veja a Líbia como Exemplo:

                                            Foto: reuters

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O DISCURSO E A PRÁTICA

Era 1986 quando em um curso da Pastoral da Juventude em rio do Sul, ouvi do Palestrante (Ranulfo Peloso) a seguinte frase: 

A VERDADE INDEPENDE DO CANALHA QUE A PRONUNCIA!

Ele explicava que a verdade poderia vir da boca tanto de um traficante como do Papa, e não ficava mais ou menos verdade por causa de quem falava.

Hoje, muitas pessoas usam de temas politicamente corretos para se promoverem, e para camuflar da opinião pública o que são na realidade, e muitas vezes passam dos limites e deixam seus rastros, pois na ânsia de se apresentarem como MORAIS, esquecem de agirem com ÉTICA.

Dou um exemplo real:

Em visita à UNERJ, passando em frente á sala do DCE, me deparei com uma visão hilária: O mural do DCE!

Me pergunto seria o DCE uma ferramenta de simples promoção pessoal do atual dirigente???


90% do referido mural, porta  matérias jornalísticas que colocam o atual dirigente em evidência, inclusive entrevistas onde o mesmo declara sua filiação partidária e sua pré-candidatura. Poucas peças trazem alguma informação típica da  “instituição”.

Vejam as imagens e tirem suas conclusões (clique para ampliar):