terça-feira, 20 de dezembro de 2011

REFLEXÃO



Estamos chegando ao fim de mais um ano.

Calma, a imagem não é um erro, mas sim uma provocação. Estou apenas sugerindo que você reflita mais sobre o ano que passou do que sobre projetos e resoluções para o ano vindouro.


Em 2011, assim como nos anos anteriores, acabamos sempre perdendo alguém, e neste ano algumas notícias nos entristeceram, pois alguns amigos e conhecidos encontraram o fim de sua estrada neste plano existencial.


Tirando estas tristezas comuns e inevitáveis, espero sinceramente que 2011 tenha sido para todos um ano feliz.


Acerca do Natal que se avizinha, gostaria que todos lembrassem menos de presentes e consumo e lembrassem mais do nascimento de uma pessoa simples que dedicou sua vida a ensinar valores. Acredito que ele espera que a sua vida seja mais dedicada ao próximo do que aos templos.


Espero sinceramente poder chegar ao fim de 2012 e repetir esta avaliação, e espero também que todos meus leitores possam também chegar ao fim de 2012 e recebê-la.


Obrigado pelas mais de 2.370 visitas no ano de 2011.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Incompetência ²

Ontem, vimos nossa cidade novamente passar dificuldades em razão da forte chuva.
Caiu um temporal, os tubos não levam a água e o caos se instala.

Será que os episódios de 2008 e 2011 não ensinaram nada aos administradores?

Desafio a alguém indicar se desde 2008 viu algum operário da prefeitura ou terceirizadas, limpando bocas de lobo.

A imagem abaixo mostra a triste constatação: Muito se fala, muito se gasta e nada é feito!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

FALANDO EM CÓDIGOS

Na política e na vida
Muitos não gostam de falar
Assumir posições pode doer
Nada a fazer
Melhor dissimular.

Penso mas não falo
Falo mas não explico
Combino mas nego
Levo na barriga
Evito assim muita briga.

Culpa?
Culpa eu não sinto
Desculpas sim
Tenho muitas
Uma para cada necessidade
Culpa eu utilizo
Como uma bússola
que nunca aponta para mim


Respeito
Honra
Ética
Nada disso tem respaldo
Quando só miro o alto
Não enxergo nada ao lado
Muito menos
Quem e o que acaba ficando sob meus pés.

Sorte do mundo
Que eu seja só eu
Que meu jeito seja tão condenável
Que não se torna algo coletivo e organizado.

Sorte do mundo.